Na última sexta-feira (25), o Fundo Brasil de Direitos Humanos (FBDH) divulgou a lista de projetos selecionados no edital “Promoção e Defesa de Direitos Humanos na Bacia do Rio Doce”. O edital tem por objetivo fortalecer os grupos e coletivos locais na luta contra violações e na defesa dos direitos humanos na Bacia do Rio Doce.
Ao todo, 16 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo foram contemplados com 20 propostas selecionadas, as quais serão destinados até R$ 40 mil por projeto. Os grupos selecionados receberão também formação, assessoria técnica e apoio para fortalecer suas atividades.
Dentre os grupos e organizações que atuam nos Territórios 01 (Rio Casca e Adjacências) e 02 (Parque Estadual o Rio Doce e sua Zona de Amortecimento) e que são assessorados pela ATI Cáritas Diocesana de Itabira, foram selecionadas as propostas apresentadas pelas seguintes associações:
- Associação dos quilombos e Grupos Afro-descendente de São Domingos do Prata (Aquisdoprata) – (São Domingos do Prata);
- Associação de Agricultores Familiares do Córrego do Celeste e região do Vale do Aço – (Marliéria);
- Associação da Escola Família Agrícola de Camões (AEFAC) – (Sem-Peixe); e
- Associação das Famílias Assentadas no Projeto Fazenda Sacramento Chico Mendes II – (Pingo d’Água).
Ao longo do período de inscrições e andamento do cronograma do edital, a ATI prestada pela Cáritas Diocesana de Itabira realizou diversas atividades junto às pessoas atingidas para repassar informações sobre prazos, critérios para se inscrever e o passo a passo para que as comunidades pudessem efetivar suas propostas. Relembre aqui.
Quer saber mais? Confira AQUI o resultado com a lista completa de projetos selecionados.




Boa noite
Sou a Deliene de São José do goiabal
Gostaria de saber o porq q eu não recebe ainda se outras pessoas foram beneficiado esso não é justo eu minhas irmãs e irmãos q moram aqui na cidade
Não recebeu ainda
No meu ponto de vista, os projetos de repactuação deveria agir de acordo com a necessidades financeira de cada pessoa de cada comunidade ribeirinhas atingidas pelo crime ambiental. Nem todas e todas estamos recebendo indenizações para suprir as questões culturais de uma sociedade que vivia com a renda dos peixes do pescados no rio doce . Até hoje não consigo entender como isso ponde afetar nossas vidas !